Carta Aberta, deixem-nos trabalhar

Senhor Presidente do Município de Maputo,
Diante dos factos acima narrados, fica patente a intenção de intimidar o direito à livre escolha e participação por parte dos jovens que voluntariamente aderem ao Parlamento Juvenil, pelo que preocupa-nos:
1. Que o Senhor Vereador Quive demonstre o seu limitado conhecimento em relação a conceitos como sentido de causa, consciência, liberdade de escolha e voluntariado;
2. Que os actos acima expressos denunciam a tendência crescente de intimidação que periga as garantias e liberdades próprias do Estado de Direito Democrático, remetendo-nos a lógica do “Estado Sou Eu, do Estado Papá e do Estado de autorizações”;
3. A memória curta do Vereador Quive que se esquece que ele mesmo legitimou a existência de Agentes de Mudança do Parlamento Juvenil no distrito municipal KaMaxakeni, quando ele mesmo dirigiu o acto de entrega de donativos mobilizados por estes Agentes de Mudança devidamente credenciados para as vítimas das calamidades naturais em KaMaxakeni como as fotos em anexos demonstram. CONTINUE AQUI