Noite de Cidadania

  • Combate cultural dos excluídos

Aos 05 de Maio de 2017, a Sala dos Grandes Actos do Parlamento Juvenil de Moçãmbique acolheu um evento cultural no quadro do Projecto “Lua do Cidadão”. Este projecto tem como objectivo realizar saraus culturais, uma vez ao mês, na sede do Parlamento Juvenil de Moçambique em Maputo, compondo contos, poesia, música, teatro, dança, moda, gastronomia, pintura, artesanato, magia e qualquer outra forma de manifestação cívica e artístico-cultural.

“A Lua do Cidadão”, surge, primeiro e além de mais, porque o Parlamento Juvenil de Moçambique reconhece o inestimável valor que as artes e cultura têm para construção de uma sociedade activa e acredita no preponderante papel que o artista tem de moldar o carácter do indivíduo e nutri-lo de valores lucrativos para o desenvolvimento humano e social.

Ao realizar estas sessões de cultura para cidadania, o movimento de advocacia em prol dos direitos e prioridades da juventude abre-se e abre ao artista e ao público no geral um espaço e momento de entretenimento, educativo, principalmente do direito à liberdade de expressão defendido pelo artigo 48.º e outras concessões validadas nos artigos 03.º, 51.º, 93.º e 94.º da Constituição da República de Moçambique.

Sustenta um dos coordenadores do projecto que “…Por isso, muito mais do que ir para discoteca, nós precisamos é de música para biblioteca, música didáctica (que nos ensina e com que aprendemos) música (…) Não porque é dançante, a música precisa, como disse uma vez Nataniel Ngomane “lixo”, e eu retiro uma vez mais aspas (…) Todo artista deve ser um activista […]Obede Lobadias

A primeira noite de cidadania, foi marcada por muita euforia tendo acolhido mais de 200 pessoas, que através da arte dos excluidos, poesia dos excluidos, música dos excluidos, humor dos excluidos e teatro dos excluidos, sentiram-se inspiradas para o pleno exercício da sua cidadania. O proximo encontro foi marcado para o dia 09 de Junho de 2017,  na Sala dos Grandes Actos do Parlamento Juvenil de Moçambique.

A cultura é o sol que nunca desce

Samora Machel